Amanhã, 12 de junho de 2026, a Copa do Mundo começa e o planeta inteiro vai parar para ver quem são os melhores jogadores do momento. Times serão montados, táticas debatidas, craques celebrados.

Mas aqui, a gente quer propor uma pergunta diferente — e talvez mais importante:

“Se Jesus fosse o técnico, quais características Ele procuraria em seus líderes?”

A verdadeira liderança não se mede apenas por resultados. Ela se mede pela capacidade de servir, inspirar e conduzir pessoas ao bem comum. E a história da Igreja está cheia de homens e mulheres que deixaram exatamente esse tipo de legado.

Escalação de um time feito de santos em que Jesus é o técnico

Cada um desses “jogadores” foi escalado por uma competência única: São José protegeu sem buscar reconhecimento. São Pedro errou, caiu, mas se levantou — e virou pedra sobre a qual Cristo edificou Sua Igreja. Carlo Acutis, o mais jovem da escalação, mostrou que é possível evangelizar com as ferramentas do nosso tempo sem perder os valores de sempre.

E Nossa Senhora? A Capitã. Seu simples “sim” mudou a história da humanidade para sempre.

Nesta Copa, enquanto o mundo debate quem é o melhor jogador do planeta, nós queremos levantar outra taça: a da liderança que transforma vidas, serve ao próximo e inspira gerações.

Porque no final, o único título que realmente dura é aquele construído com humildade, fé e amor.